Meu artigo: Litgeratura X Preconceito
Abril 25, 2009
Abril 10, 2009
Os opostos se atraem?

O grande sonho inatingível da humanidade é a felicidade plena e por isso a busca pela fórmula de modelo ideal de relacionamento faz parte do script dessa busca incessante.
Se já é difícil tomar decisões pessoais e perseguir a realização desses objetivos, imagine fazer isso num relacionamento afetivo onde tem o outro como variante e, como uma outra persona, com sonhos, desejos e dificuldades pessoais.
Por isso que no que diz respeito aos relacionamentos humanos, principalmente afetivos, nenhuma assertiva funciona, pois os afetos funcionam sob regras próprias, construídas principalmente por experiências vividas, cultura, educação e muitos outros fatores, inclusive e principalmente os inconscientes.
Nessa busca, vez ou outra, aparecem certezas ou modismos que acabam (des)orientando-nos ou é a busca da alma gêmea ou também a radicalização dos opostos que se atraem. Nunca se viu tantos desencontros e tanta fugacidade nos relacionamentos afetivos.
Tudo que é novo ou diferente é muito excitante. Isso se aplica às diferenças entre as pessoas, de personalidade ou mesmo de maneiras de viver. Portanto, conviver com alguém que não seja em nada semelhante a mim ou ao meu contexto é atraente, sem dúvida! Mas, convenhamos, deve dar um cansaço e tanto! Mas a excitação que a novidade traz gera uma energia extra que a curiosidade alimenta, e sabemos que uma experiência nova pode ser muito criativa e apaixonante. Faz a pessoa enxergar um mundo novo além de seus horizontes e hábitos e isso leva a um crescimento pessoal grande e prazeroso, desde que seja produtivo.
Caso contrário, será mais uma página para o rol de relacionamentos destrutivos, não do relacionamento em si, mas destrutivos para os sonhos, o ego e muitas vezes para a própria vida. Quando falamos em relacionamentos afetivos, deduzimos o desejo de construir uma relação baseada num primeiro momento na paixão e que, ao amadurecer, reforce o interesse entre as partes se transformando, talvez, naquilo que chamamos de amor.
Nesse sentido, as diferenças não excluem a possibilidade de dar certo, mas que convenhamos faz com que se tenha mais trabalho. Isso, sem dúvida. O fato de pessoas sempre se sentirem atraídas por personalidades opostas tem a ver com a idéia de ver no outro o que ela deseja para si ou, no mínimo, o que a instiga.
A inveja existe e é disso que estamos falando. A inveja, tão mal falada, também pode ser a ferramenta que vai nos trazer o crescimento pessoal quando bem elaborada. Mas, de uma forma geral, nas histórias de paixão, o que traz um peso maior é a descoberta do outro diferente. Por isso, é tentador. Mas vejam bem: diferentes todos nós somos e isso até certo ponto é vantagem. Contudo, falando de oposto, também sabemos que, no mínimo, devemos ser maleáveis para aceitar, acatar e até para conviver.
Como os afetos não são ciências exatas não podemos falar taxativamente em probabilidades de acerto e erro sem se viver esse tipo de situação. Porém, quanto maiores as diferenças menores as chances, não há dúvida.
Isso ocorre principalmente com diferenças de base, como caráter, moral, religião e não necessariamente quanto ao estilo de música que cada um gosta. As diferenças enriquecedoras são aquelas baseadas nos aspectos que enriquecem a relação e não naqueles que esvaziam e exigem sacrifícios. Pois numa determinada hora essa conta será cobrada.
Acho que seria mais produtivo ao invés de discutirmos apenas diferenças e semelhanças focarmos as questões de identificação, pois identificação está relacionada com admiração, alegria e prazer. Mas isso nada tem a ver com alma gêmea. Pessoas iguais acabam tornando o relacionamento tranqüilo, porém monótono, e a monotonia geralmente não deixa margem para se criar algo.
Desencontros, crises e dúvidas nos levam à reflexão sobre nós mesmos e, ao refletirmos nos conhecemos melhor a nós e aos nossos reais desejos. Receitas prontas não existem, mas basicamente desejos em comum, vontade de crescer com a relação e que essa relação seja o instrumento de busca conjunta para os mesmos objetivos. Eu gosto muito de uma frase de Saint Exupery que traduz talvez a receita: "Caminhar não olhando apenas um nos olhos do outro, mas ambos na mesma direção".
Fonte: http://www.folhadaregiao.com.br/noticia?94899&PHPSESSID=2f1ef7915731d8f
O poder da Ignorância
Olá Amigos
Hoje estamos publicando uma tira feita a partir de um pedido meu para o fantástico cartunista Rodrigo Leão editor do blog igualmente fantástico Nóis na Tira. O pedido era que ele fizesse uma tira para que pudéssemos usar em nossos cursos e que pudesse ser um alerta aos professor.
A tira teria que mostrar a resistência de alguns professores em se atualizar em sua pratica pedagógica e quanto a resistência ao uso das TICs na sala de aula. Ele, como sempre, fez uma tira maravilhosa. Hoje ele publicou a tira em seu blog e nos como não podíamos deixar passar também a publicamos aqui no Caldeirão de Ideias.

Maravilhosa !!!
Agora vou contar uma historia verdadeira que vai ilustrar o que eu tenho debatido e falado aos nossos leitores. A minha amiga e leitora do Caldeirão de Ideias, Professora Elaine dos Santos mestre (e doutoranda) em estudos literários. Professora da rede estadual de ensino em Restinga Sêca/RS e editora dos blogs Profe Elaine e Experiências literárias me contou uma historia pra lá de engraçada se não fosse triste do início ao fim.
Ela leciona em uma escola onde há muita resistência ao uso das TICs e de onde um aluno foi, meses atrás, retirado do Laboratório de Informática porque estava destruindo patrimônio publico: ele "abriu" o drive de CD e como a professora não possuía "intimidade" com CDs, apenas com disquetes, o assunto acabou na direção da escola.
Sem comentários ou como a própria Elaine fala: professor com com BIOS - Baita Ignorante Operando o Sistema.
FONTE: http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/04/o-papel-do-professor-guiar-o.html
Hoje estamos publicando uma tira feita a partir de um pedido meu para o fantástico cartunista Rodrigo Leão editor do blog igualmente fantástico Nóis na Tira. O pedido era que ele fizesse uma tira para que pudéssemos usar em nossos cursos e que pudesse ser um alerta aos professor.
A tira teria que mostrar a resistência de alguns professores em se atualizar em sua pratica pedagógica e quanto a resistência ao uso das TICs na sala de aula. Ele, como sempre, fez uma tira maravilhosa. Hoje ele publicou a tira em seu blog e nos como não podíamos deixar passar também a publicamos aqui no Caldeirão de Ideias.

Maravilhosa !!!
Agora vou contar uma historia verdadeira que vai ilustrar o que eu tenho debatido e falado aos nossos leitores. A minha amiga e leitora do Caldeirão de Ideias, Professora Elaine dos Santos mestre (e doutoranda) em estudos literários. Professora da rede estadual de ensino em Restinga Sêca/RS e editora dos blogs Profe Elaine e Experiências literárias me contou uma historia pra lá de engraçada se não fosse triste do início ao fim.
Ela leciona em uma escola onde há muita resistência ao uso das TICs e de onde um aluno foi, meses atrás, retirado do Laboratório de Informática porque estava destruindo patrimônio publico: ele "abriu" o drive de CD e como a professora não possuía "intimidade" com CDs, apenas com disquetes, o assunto acabou na direção da escola.
Sem comentários ou como a própria Elaine fala: professor com com BIOS - Baita Ignorante Operando o Sistema.
FONTE: http://nteitaperuna.blogspot.com/2009/04/o-papel-do-professor-guiar-o.html
A Difícil (E Perigosa!) Missão De Ser Professor

Atualmente, ser professor no Brasil é uma tarefa para poucos, é necessário mais que o dom de ensinar e o amor à profissão, que sob minha ótica, são requisitos fundamentais para exercer essa árdua, porém nobre profissão.
É necessário, também, uma dose de coragem, sim, coragem para encarar uma rede pública de ensino falida, com parcos recursos, baixa remuneração, condições precárias em muitas instalações, instituições localizadas em áreas de alto risco e até mesmo a violência, que já vitimou vários profissionais.
O professor é um formador de opinião, um mestre, tem em suas mãos uma grande responsabilidade, mas não é, e nem pode ser responsável pela educação de seus alunos...isso é papel da família, que muitas vezes, desestruturada, arruinada, em razão de vários fatores, acaba repassando essa atribuição à escola, fazendo com que o professor arque com esse ônus.
Ora, as Instituições de Ensino, sejam públicas ou privadas, já tem uma cota de responsabilidade na formação de um cidadão, colocar "nas costas" do professor essa responsabilidade que cabe aos pais,a família é tornar essa missão pesada e ingrata.
Cada professor vítima da violência de seus alunos, seja fatal ou não, é mais um vitimado pela sociedade corrompida, sem respeito a vida, sem moral, enfim, sem valores e que se impregnou e corrompeu a família, que é aonde tudo deveria começar, ou seja, uma família sem estrutura, refletirá as consequências no seio da sociedade, imagine várias famílias assim?
Cada jovem desestabilizado, pelas drogas, abusos ou violência cometidos contra ele, ou até mesmo por ser despreparado para a vida, se achando acima do bem e do mal, sem limites, é um perigo iminente e em potencial para os outros alunos e para os professores.
A educação tem que ser resgatada, não só através de um ensino de qualidade que é dever das Instituições, mas deve começar em casa.
Fonte: http://www.artigonal.com/educacao-artigos/a-dificil-e-perigosa-missao-de-ser-professor-766044.html
Abril 09, 2009
GERAÇÃO DE PAIS DECIDIDOS

Gerações de Pais Decididos
Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nosso genitores. E como o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreendivos, mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história. O grave é que estams lidando com crianças mais “espertas”, ousadas, agressivas e poderosas do que nunca.
Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo a outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedecem a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos. Os úlimos que tiveram medo dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos. E o que é pior, os últimos que respeitaram os pais e os primeiros que aceitam que os filhos lhes faltem com respeito.
À medida que a permissividade substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudaram de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam as suas ordens e os tratavam com o devido respeito. E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais. Mas, à medida que as fronteiras hierárquicas entre nós e nosso filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, e, ainda que pouco, os respeitem. E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E, além disso, o patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer, os papéis se inverteram, e agora são os pais que têm de agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado. Isso explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para serem os melhores amigos e “tudo dar” aos filhos. Dizem que os extremos se atraem.
Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo e seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão. Se o autoritarismo suplanta, a permissividade sufoca. Apenas uma atitude firme e respeitosa lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos, à frente, liderando-os e não, atrás, carregando-os rendidos à sua vontade.
É assim que evitaremos o afogamento das novas gerações no descontrole e tédio nos quais está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino. Os limites abrigam o indivíduo, com amor ilimitado e profundo respeito.
Carlos Antônio L. Alencar – Texto Adaptado
FONTE: http://www.williamdouglas.com.br/direito.php
A CULTURA DO SLOW DOWN

Belo artigo...
Leia com atenção e medita bem o seu conteúdo.
Já tem 18 anos que ingressei na Volvo, empresa sueca bem conhecida.
Trabalhar com eles é uma convivência muito interessante. Qualquer projeto aqui demora dois anos para se concretizar, mesmo que a idéia seja brilhante e simples. É uma regra.
Os processos globalizados causam-nos a nós (brasileiros, portugueses, argentinos, colombianos, peruanos, venezuelanos, mexicanos, australianos, asiáticos, etc...) uma ansiedade generalizada na busca de resultados imediatos.
•Conseqüentemente, o nosso sentido de urgência não surte efeito dentro dos prazos lentos dos suecos.
Os suecos debatem, debatem, realizam "n" reuniões, ponderações, etc...
E trabalham! Com um esquema bem mais “slowdown". O melhor é constatar que, no fim, isto acaba por sempre dar resultados no tempo deles (suecos) já que conjugando a necessidade amadurecida com a tecnologia apropriada, é muito pouco o que se perde aqui na Suécia.
1. A Suécia é do tamanho do estado de São Paulo (Brasil).
2. A Suécia tem apenas dois milhões de habitantes.
3. A sua maior cidade, Estocolmo, tem apenas 500.000 habitantes (compare-se com Paris, Londres, Berlim, Madrid, mesmo Lisboa, onde vivem permanentemente 1 milhão de pessoas, ou ainda a cidade do Rio de Janeiro com 7 milhões).
4. Empresas de capital sueco: Volvo, Skandia, Ericsson, Electrolux, ABB, Nokia, Nobel Biocare , etc. Nada mal, né? Para se ter uma idéia da sua importância basta mencionar que a Volvo fabrica os motores de propulsão para os foguetes da NASA.
Os suecos podem estar enganados, mas são eles que me pagam o salário. Devo referir que não conheço nenhum outro povo com uma cultura geral superior à dos suecos.
Vou contar uma pequena história, para terem uma idéia:
A primeira vez que fui para a Suécia, em 1990, um dos meus colegas suecos me apanhava no hotel todas as manhãs. Já era Setembro, com algum frio e neve.
Chegávamos cedo à Volvo e ele estacionava o carro longe da porta de entrada (são 2000empregados que vão de carro para a empresa). No primeiro dia não fiz qualquer comentário, nem tampouco no segundo ou no terceiro.
Num dos dias seguintes, já com um pouco mais de confiança, uma manhã perguntei:
"Vocês têm lugar fixo para estacionar? Chegamos sempre cedo e com o estacionamento quase vazio você estaciona o carro no seu extremo?
E ele me respondeu com simplicidade:
“É que como chegamos cedo temos tempo para andar, e quem chega mais tarde, já vai entrar atrasado, portanto é melhor para ele encontrar um lugar mais perto da porta. Entendeu?"
Imaginem a minha cara! Esta atitude foi bastante para que eu revisse todos os meus conceitos anteriores.
Atualmente, há um grande movimento na Europa chamado "Slow Food". A “Slow Food International Association”, cujo símbolo é um caracol, tem a sua sede na Itália (o site na Internet é muito interessante. www.slowfood.com)
O que o movimento Slow Food preconiza é que se deve comer e beber com calma, dar tempo para saborear os alimentos, desfrutar da sua preparação, em família, com amigos, sem pressa e com qualidade.
A idéia é contraposição ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida.
Verdadeiramente surpreendente, é que este movimento de Slow Food está servindo de base para um movimento mais amplo chamado “Slow Europe” como salientou a revista Business Week numa das suas últimas edições européias.
Na base de tudo isto está o questionamento da "pressa" e da "loucura" geradas pela globalização, pelo desejo de "ter em quantidade" (nível de vida) ao contrário do "ter em qualidade", “Qualidade de vida" ou “Qualidade do ser".
Segundo a Business Week, os trabalhadores franceses, ainda que trabalhem menos horas (35 horas por semana) são mais produtivos que os seus colegas americanos e ingleses. E os alemães, que em muitas empresas já implantaram a semana de 28,8 horas de trabalho, viram a sua produtividade aumentar uns apreciáveis 20%.
A denominada "slow attitude" está chamando atenção dos próprios americanos, escravos do "fast" (rápido) e do "do it now!" (faça já!).
Portanto, esta "atitude sem pressa" não significa fazer menos nem ter menor produtividade.
Significa sim, trabalhar e fazer as coisas com "mais qualidade" e "mais produtividade", com maior perfeição, com atenção aos detalhes e com menos stress.
Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do prazer dum belo ócio e da vida em pequenas comunidades.
Do "aqui" presente e concreto, ao contrário do "mundial" indefinido e anônimo.
Significa retomar os valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do quotidiano, da simplicidade de viver e conviver, e até da religião e da fé.
SIGNIFICA UM AMBIENTE DE TRABALHO COM MENOS PRESSÃO, MAIS ALEGRE, MAIS LEVE, E PORTANTO MAIS PRODUTIVO, ONDE OS SERES HUMANOS REALIZAM, COM PRAZER, O QUE MELHOR SABEM FAZER
É saudável refletir sobre tudo isto. Será que os antigos provérbios: “Devagar se vai ao longe" e “A pressa é inimiga da perfeição" merecem novamente a nossa atenção nestes tempos de loucura desenfreada?
Não seria útil e desejável que as empresas da nossa comunidade, cidade, estado ou país, começassem já a pensar em desenvolver programas sérios de “qualidade sem pressa" até para aumentarem a produtividade e a qualidade dos produtos e serviços sem necessariamente se perder “qualidade do ser"?
No filme "Perfume de Mulher" há uma cena inesquecível na qual o cego (interpretado por Al Pacino) convida uma jovem para dançar e ela responde: "Não posso, o meu noivo deve estar chegando". Ao que o cego responde: “Em um momento, vive-se uma vida", e a leva para dançar um tango. Esta cena que dura apenas dois ou três minutos, é o melhor momento do filme.
Muitos vivem correndo atrás do tempo, mas só o alcançam quando morrem, quer seja de enfarte ou num acidente automobilístico por correrem para chegar a tempo.
Ou outros que, tão ansiosos para viverem o futuro, esquecem-se de viver o presente, que é o único tempo que realmente existe.
O tempo é o mesmo para todos, ninguém tem nem mais nem menos de 24 horas por dia.
A diferença está no que cada um faz do seu tempo. Temos de saber aproveitar cada momento, porque, como disse John Lennon, “A vida é aquilo que acontece enquanto planejamos o futuro".
Parabéns por ter conseguido ler esta mensagem até ao fim.
Certamente haverá muitos que leram só metade, para "não perder tempo" tão valioso neste mundo globalizado.
FONTE:http://www.williamdouglas.com.br/direito.php
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