Julho 22, 2009

Com medo dos alunos



Provocado pela indisciplina na sala de aula, um distúrbio psicológico se alastra entre os professores: a fobia escolar.
"Muitos pais acreditam em tudo o que as crianças dizem e vêm procurar os orientadores para tirar satisfação. Isso é ruim porque, ao menor sinal de deslize, os alunos fazem o que querem. Por isso temos de ser duros. Sem respeito com os professores, é impossível qualquer aprendizagem e a escola perde o sentido."

Neide Maria Negrini, 49 anos, professora de português na Escola Pueri Domus, em São Paulo.
Há um problema novo nas escolas brasileiras: a indisciplina nas salas de aula assumiu tais proporções que muitos professores estão com medo dos alunos. Não se trata da violência que, nos bairros pobres, ultrapassa os muros escolares e ameaça fisicamente os educadores, mas sim de um fenômeno de subversão do senso de hierarquia que ocorre em grandes redes de ensino privadas e também está presente em colégios tradicionais. Uma explicação parcial para essa mudança de comportamento é a seguinte: os alunos ignoram a autoridade do professor porque o vêem como uma espécie de empregado ou prestador de serviços, pago por seus pais. Uma das queixas mais comuns dos professores diz respeito ao sentimento de impotência diante de alunos indisciplinados. Certas escolas agem como se a lógica do comércio – aquela que diz que o freguês sempre tem razão – também valesse dentro da classe. "Os professores estão sofrendo de fobia escolar, antes um distúrbio psicológico exclusivo das crianças", diz o psicanalista Raymundo de Lima, professor do departamento de fundamentos da educação da Universidade Estadual de Maringá, no Paraná.
O professor que desenvolve fobia escolar sente um pavor profundo da escola e da sala de aula, acompanhado de alterações físicas como palpitações e tremores. Os ambulatórios psiquiátricos dos hospitais brasileiros já registraram o aumento dos casos de professores com distúrbios de ansiedade, entre eles a fobia escolar. "O número de professoras que têm procurado atendimento por estar estressadas, deprimidas ou sofrendo de crise do pânico aumentou cerca de 20% nos últimos três anos", diz Joel Rennó Júnior, coordenador do Projeto de Atenção à Saúde Mental da Mulher do Hospital das Clínicas de São Paulo. Até meados dos anos 90, esse tipo de distúrbio psicológico era um quase monopólio daqueles professores que trabalham em escolas públicas. Hoje, afeta igual quantidade de educadores de colégios particulares.


Marcos Hideaki Ono, paulista de 37 anos, ex-professor do ensino médio. "Os alunos me enlouqueciam, por isso resolvi deixar o ensino e me dedicar a um doutorado. Eu me sentia humilhado. Não havia nenhum respeito pelos professores. Durante o intervalo, meus colegas chegavam à sala de convivência tremendo de raiva. Alguns choravam. E o pior é que não recebíamos apoio nem dos pais, que protegem demais os filhos, nem dos coordenadores, que têm medo de perder alunos."

Sempre fez parte do desafio do magistério administrar adolescentes com hormônios em ebulição e com o desejo natural da idade de desafiar as regras. A diferença é que, hoje, em muitos casos, a relação comercial entre a escola e os pais se sobrepõe à autoridade do professor. "Ouvi em muitas reuniões com coordenadores o lembrete de que os pais e os alunos devem ser tratados como clientes e, como tais, têm sempre razão", diz Iole Gritti de Barros, de 54 anos, professora aposentada. Durante 33 anos ela ministrou aulas de história para alunos da 5ª série em colégios particulares de São Paulo. Em algumas escolas, o temor de desagradar aos pais e perder os alunos acaba se sobrepondo à necessidade de impor ordem na sala de aula. A postura leniente com a disciplina explica-se, em parte, pelo número crescente de carteiras vazias. Em cinco anos foram abertas 2.000 novas instituições particulares de ensino fundamental e médio, enquanto a quantidade de alunos permaneceu inalterada.
Todo professor se prepara para as diabruras tradicionais dos alunos, como colocar tachinhas na cadeira em que ele vai sentar ou barbantes estendidos no chão da sala para vê-lo tropeçar. São comportamentos que fazem parte do folclore escolar. A diferença agora é que em muitas escolas os bagunceiros não são mais castigados. "Há quarenta anos um jovem que adotasse esse tipo de postura seria punido pela escola e receberia uma bronca em casa, tornando-se motivo de vergonha para os pais", diz a pedagoga carioca Tania Zagury, autora do livro Escola sem Conflito: Parceria com os Pais. "Hoje, a punição é cada vez mais rara, tanto na escola como em casa." Os pais têm larga parcela de culpa no que diz respeito à indisciplina dentro da classe. É uma situação cada vez mais comum: eles trabalham muito e têm menos tempo para dedicar à educação das crianças. Sentindo-se culpados pela omissão, evitam dizer não aos filhos e esperam que a escola assuma a função que deveria ser deles: a de passar para a criança os valores éticos e de comportamento básicos.
É uma relação contraditória. Os pais entregaram a educação dos filhos aos colégios, mas alguns acham exageradas as exigências escolares ou as punições impostas aos indisciplinados. Também se vêem no direito de deixar o filho na escola com atraso ou buscá-lo mais cedo, a pretexto de viajar ou ir ao dentista – como se o horário de estudo não tivesse importância. Sem poder impor regras aos alunos, os professores acabam ficando impossibilitados de fazer aquilo que os pais esperam deles. A escola é um lugar onde as crianças aprendem a convivência em sociedade, com todas as suas regras. Ao perceberem que os pais estão sempre do seu lado, os estudantes ficam com a impressão de que tudo é permitido. "Um aluno chegou a me dizer que não iria fazer o que eu estava pedindo porque, como o pai dele pagava a escola, ele se comportava como queria lá dentro", diz a pernambucana Sandra Helena de Andrade, professora de português em duas escolas privadas do Recife.
"Nas reuniões com os coordenadores eles exigiam que a gente tratasse os alunos como clientes, lembrando que freguês tem sempre razão. Um absurdo. Eu sei que a escola é uma empresa, mas tratar os alunos como clientes ou patrões é uma total inversão dos papéis. Uma vez um aluno me disse que não ia me obedecer porque quem pagava a escola era ele. Fiquei furiosa. Não sei o que será desses alunos, com valores morais deturpados. Eles acham que podem tudo."

Iole Gritti de Barros, 54 anos, professora de história aposentada.
O professor acaba submetido a múltiplas pressões. É seu dever ensinar, impor disciplina aos alunos e, ao mesmo tempo, evitar que a escola perca "clientes". "Os esforços para passar a matéria equivalem a uma parcela mínima do desgaste físico e mental do professor", diz Marcos Hideaki Ono, de São Paulo, professor de física durante dez anos. O restante da energia é aplicado para controlar a classe, motivar os alunos e, às vezes, ensinar aos adolescentes princípios morais e éticos básicos. Ono, de 37 anos, conta que não suportava mais a agressividade dos alunos e, recentemente, abandonou o ensino para seguir carreira acadêmica em física. "Nos intervalos das aulas, era comum ver colegas tremendo de raiva ou chorando na sala de convivência dos professores", diz Ono. Uma de suas colegas pediu demissão depois que os alunos começaram a atirar-lhe moedas, insinuando que ela, por ser negra, era indigente.
A autoridade do professor é importante no processo de aprendizagem do aluno. No passado, o respeito ao mestre era imposto de forma autoritária, sem deixar espaço para um relacionamento informal. Castigos e palmadas eram considerados excelentes métodos para moldar a personalidade de alunos rebeldes e prepará-los para a vida adulta. Em geral, as escolas incorporavam um estilo disciplinar de inspiração militar. Esse modelo começou a ser substituído na década de 60, com a difusão da psicologia e de métodos pedagógicos que valorizavam o respeito à individualidade da criança e do estudante. Passou a valer o conceito de que punir e reprimir os alunos era ruim para o desenvolvimento da criatividade e do espírito crítico. Nas décadas de 70 e 80, ainda predominava um meio-termo entre o respeito à autoridade do professor e a liberdade concedida aos alunos. "Nos últimos anos, esse equilíbrio foi desfeito pela postura dos pais de se colocar sempre em defesa dos filhos e pela necessidade das escolas de manter os alunos a qualquer custo", diz Dante Donatelli, coordenador do Colégio Sidarta, de São Paulo.
Com reportagem de José Eduardo Barella.

O desafio de ensinar na periferia


Martins: agredido no primeiro mês de trabalho. Se o professor de escola particular precisa ter jogo de cintura para lidar com a falta de disciplina em classe, o de rede pública necessita ser pós-graduado em regras de sobrevivência. Ambos defrontam com o problema da falta de disciplina, mas as salas superlotadas dos bairros mais pobres incluem agravantes. O jovem da periferia entra na escola sem grandes perspectivas de futuro e essa frustração acaba se refletindo em sua relação com o professor. O aluno não
sonha em ser médico ou advogado. Quer ser pagodeiro, jogador de futebol; o que importa é fazer sucesso e ganhar dinheiro rápido. Essa inversão de valores contém enorme potencial de violência. "Quem sobressai socialmente numa escola de periferia não é mais o aluno estudioso, mas o valentão, o sujeito esperto", diz Douglas Martins Izzo, professor de geografia numa escola estadual em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. "As agressões verbais são as mais comuns, mas eu já fui ameaçado dentro da classe por um aluno que mostrou uma arma escondida sob o casaco e me disse: 'Aqui dentro você é o professor, mas lá fora é uma pessoa comum'."
De acordo com uma pesquisa da Unesco de 2002, mais da metade dos professores da rede pública de ensino do Brasil já foi agredida por alunos dentro ou nos arredores da escola. O tráfico de drogas é apontado pelos professores como o grande desafio da escola pública. Muitos alunos são usuários e o tráfico age à vontade. O diretor e os professores sabem quem são os traficantes, mas se recusam a delatá-los à polícia por uma questão de sobrevivência. Em Itaquaquecetuba, uma professora que decidiu dar nomes ficou com o rosto deformado de tanto apanhar. Um funcionário que tentou impedir a venda de drogas levou um tiro dentro da própria escola. "Nas áreas urbanas mais pobres, as crianças vivem em um ambiente de violência em casa e no bairro, o que acaba se refletindo dentro da escola", diz a socióloga Miriam Abramovay, vice-coordenadora do Observatório de Violências nas Escolas, da Universidade Católica de Brasília, e coordenadora da pesquisa da Unesco.
O professor de inglês Carlos Gomes Martins, que desde o ano passado dá aulas em uma escola estadual em Poá, também na Grande São Paulo, enfrentou uma situação de perigo logo no primeiro mês de trabalho. "Um aluno do ensino médio com o qual eu havia discutido partiu para cima de mim para me agredir durante a aula", diz Martins. "Por sorte foi contido pelos colegas." Uma diferença entre a escola pública e a particular diz respeito ao comportamento dos pais. Na rede privada, o professor é visto como um prestador de serviço e a família reage mal quando o aluno é repreendido. Na periferia, ao contrário, os pais vêem o professor como a última chance de os filhos terem educação. Significa que, em geral, apóiam o professor quando ele é severo com seus filhos.


O retrato da indisciplina
Dante Donatelli, coordenador de escola e autor do livro Quem Me Educa? – A Família e a Escola Diante da (In)Disciplina, compilou dez atitudes comuns em colégios particulares de São Paulo e que demonstram o desrespeito dos alunos em relação aos professores:
1. Tratar o professor como empregado;
2. Jogar objetos no professor em sala de aula;
3. Xingar o professor com palavrões;
4. Negar-se a sair da sala de aula quando expulso;
5. Exigir o direito de escolher a data de entrega dos trabalhos escolares;
6. Ignorar a presença do professor em classe;
7. Entrar e sair da aula à vontade, sem se importar com o professor;
8. Discutir os critérios das notas das provas dadas pelo professor;
9. Dar ordens ao professor;
10. Negar-se a fazer prova e entregar atestados médicos falsos como desculpa.



Fonte: Revista Veja, edição nº 1904, 11/05/2005.

Julho 01, 2009

Evite os dez erros que transformam sucesso em fracasso.



Professores e consultores ouvidos pelo Universia contam quais são os principais erros cometidos ao longo da gestão de carreira e dão dicas de como evitar problemas. Confira os dez erros que costumam atrapalhar o desenvolvimento profissional desde o estágio até a aposentadoria.

Desconhecer habilidades e competências

"Muitas vezes, a pessoa consegue emprego por indicação ou oportunidade, cai num setor específico e começa a trabalhar. Dez anos depois, está insatisfeita e improdutiva. Ao analisar, vê que não tinha perfil para a área, que tinha habilidades e competências para outro segmento. E mais: ao fazer essa avaliação apenas no início da carreira, o resultado pode não ser tão preciso, pois à medida que o profissional ganha experiência, as habilidades ficam aparentes"

Moacyr Castellani, especialista em coaching pessoal da Metacoaching

Não ter planejamento estratégico

"Profissionais sem plano estratégico da carreira são pegos desprevenidos em momentos de crise, sem saber o que fazer porque não pensaram em construir um planejamento. Alguns executivos se aposentam e acreditam que basta abrir um negócio próprio ou uma consultoria para se manter, mas eles fecham no primeiro ano porque não têm conhecimento técnico daquilo que se propõem a fazer. O erro maior consiste em não detalhar o plano. Isso significa definir o objetivo estratégico principal, mas não os indicadores e as iniciativas de melhoria ou o conjunto de atividades que têm de ser feitas para alcançar esse objetivo"

Eduardo Carmello, consultor organizacional especialista em gestão estratégica e diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos

Nunca revisar o planejamento

"As pessoas fazem o planejamento e ficam engessadas nele. Quando coloco o planejamento de carreira em prática, descubro que tenho pontos a serem melhorados e habilidades que precisam ser alinhadas às possibilidades da carreira. Além disso, com o tempo, o mundo e as paixões pessoais mudam, novas oportunidades aparecem. E é o movimento em direção à realização do plano e as descobertas que mostram quando e como rever o planejamento. A revisão exige o mesmo que o primeiro planejamento. Ou seja, analisar o mercado e a sinergia da carreira com as tendências e as afinidades"

Janaina Ferreira Alves, professora e coordenadora acadêmica da pós-graduação em Gestão de Negócios, CBA Logística e CBA Marketing, do Ibmec-RJ

Protelar demais a entrada na área desejada

"Para atuar em determinada área, o ideal é começar o quanto antes, pois quanto mais protelar para redirecionar a carreira mais difícil será. Por isso, mesmo sabendo que é complicado conciliar questões financeiras, muitas carreiras precisam começar no estágio. Então, se a pessoa está num emprego que paga bem, tem de se planejar para buscar um estágio na área dela. Isso vale também para quando se está insatisfeito. Se a pessoa trabalha com algo que não a deixa feliz, é pouco provável que seja bem sucedida. Ao mudar, tem de ter em mente que vai perder algumas coisas para ganhar outras mais para frente. Tem de medir prós e contras e, se os prós parecem favoráveis, mesmo que a médio prazo, tomar a decisão"

Rudney Pereira Junior, gerente de talentos do Grupo Foco

Considerar apenas salário ao mudar de emprego

"Um movimento desses pode dar retorno em curto prazo, mas não significa que, necessariamente, haverá realização ou satisfação profissional. Mesmo porque, ao longo da vida profissional, a pessoa passa a ser percebida pelo encaminhamento que assume. Então, se pautou suas decisões apenas pelo salário, fica difícil de mudar depois. Por isso, tem de pensar na estratégia de carreira e se posicionar de acordo com ela. Além disso, realização financeira não é tudo. É necessário se sentir realizado e motivado pelo que faz. E percebo que pessoas que têm talento e se direcionam pelo que gostam de fazer dificilmente se rendem ao salário"

Marcelo Weguelin, gerente-geral de desenvolvimento de recursos humanos da Philips


Não se identificar com a empresa

"Tem de considerar o ramo de atividades e a identificação com a cultura e os valores da empresa. Eles são importantes porque norteiam as ações. Há ramos com culturas totalmente diferentes. Daí, pessoas que saem de empresas com foco em serviços e vão para empresas financeiras, por exemplo, podem não se adaptar. Por isso, tem de considerar o tipo de produto, o dinamismo de produção e o segmento de atuação. Ou seja, é importante conhecer o que a empresa faz e o que seus profissionais levam em consideração"

Edna Bedani, gerente de desenvolvimento de recursos humanos da Accor Services do Brasil

Deixar de cultivar a rede de contatos

"Cultivar a rede de relacionamentos profissionais é simples. Pode ser com um almoço, happy hour ou por e-mail. Às vezes, você vê uma reportagem na Internet que pode interessar outra pessoa. Mande para ela. É fácil e ajuda a manter o contato. Tem de entender que faz parte da carreira e não é perda de tempo. Muitos profissionais fazem isso só quando perdem o emprego, mas é fundamental manter os contatos sempre. Isso ajuda a encontrar empregos e outras oportunidades. A prioridade é estar próximo de pessoas mais influentes. E não só pelo cargo. Há pessoas que estão mais conectadas, conhecem mais gente. Essas pessoas são fundamentais para manter na rede"

Renato Grinberg, diretor-geral do site Trabalhando.com.br.

Não se qualificar

"Ao deixar de se qualificar, você pára de ganhar ferramentas para as atividades do dia-a-dia e também deixa de ver as posições que poderia ocupar. Sob a perspectiva da empresa, quando avaliamos alguém, consideramos as habilidades da pessoa para assumir a função. É uma questão de empregabilidade, pois conhecimento é algo que ninguém te tira. Assim, tudo o que se aprende pode ser usado depois, no seu negócio, para dar aula. Se capacitar intensivamente talvez seja a coisa mais inteligente que alguém possa fazer."

Úrsula Angeli, gerente de recursos humanos e desenvolvimento da Whirpool Latin America

Esquecer a família

"Quem fica obcecado pela carreira, pelas metas e desafios, começa a colocar o coração no dinheiro e esquece do que é realmente relevante. Aquilo que estabiliza para que cada um tenha uma carreira vencedora. É impossível sentir-se bem sem estar tranqüilo com a família. Às vezes, tem resultado na carreira, mas é muito curto e a vida cobra caro, pois ele não consegue manter o desempenho depois. Um dos grandes paradoxos das empresas é, num momento de crise, exigir muito dos profissionais, mas, ao mesmo tempo, dar benefícios e bônus para manter os profissionais. É importante equilibrar vida pessoal e profissional. Têm de deixar algum tempo de qualidade para a família, mesmo que seja um tempo menor"

Daniel Kroeff, professor do MBA em Gestão de Pessoas da FGV (Fundação Getúlio Vargas)

Não se preparar para o futuro

"Entre os 32 e os 45 anos, o profissional vive a fase em que é mais visto e reconhecido pelo mercado. É quando faz investimentos financeiros na carreira, por meio de cursos de idiomas e MBAs, alcançando cargos mais bem posicionados. É também nessa fase que precisa se preocupar com o futuro, desenvolver investimentos ou formas de remuneração no futuro. Seja ao pensar num negócio próprio ou ao se preparar para ser professor ou consultor. Quando se aposenta, na chamada fase da colheita, ele não necessariamente trabalha para colher resultados, mas sim pela realização profissional. Afinal, já deve ter planejado o lado financeiro"

Regina Izabel Cadelca, consultora de recursos humanos da Catho

Fonte:http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=17788


Revista Educativa, ano II, nº 19.
Meu artigo: Controle remoto nas mãos de crianças e adolescentes?